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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Blow up

Necessito ajuda. A marca por antonomasia representante do luxo Made in Spain, Loewe (mas que pertence ao grupo LVMH) acaba de fazer uma incursão nas novas mídias. Um vídeo protagonizado pela modelo brazuca Ana Beatriz de Barros, dirigido pelo hypado James Lima e com nome de un dos meus filmes favoritos (ah, Antonioni... suspiro), e que eu ainda não consegui descobrir se gosto. Help!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"Facebook is a flawless object…it’s for me like a Brancusi”

Uma frase como esta só podia pertencer a uma pessoa, o Kaiser! Ela faz parte de uma entrevista que Lagerfeld concedeu à Imran Amed do blog Business Of Fashion durante o International Herald Tribune Luxury Conference. Imperdível!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

150 anos de Chopard

Para celebrar os 150 Anos de sua marca, a suíça Chopard....conhecida por seus relógios de luxo lindíssimos... lançou uma coleção de jóias exercitando o máximo da criatividade...chamada Animal World.....com colares de peixes, brincos de cegonha, broche de abelha, anéis de cardume de sardinha, urso polar e até um sapo procurando sua rainha, entre outros.

terça-feira, 2 de junho de 2009

It´s not a bag, it´s a Birkin.

Que via Sex and the City lembra desta frase.... enfim...se você quer saber como é feita esta legendária bolsa Hermés assista o vídeo abaixo. Falando nisso... Você conhece a história do traficante de Birkin???

terça-feira, 12 de maio de 2009

Personal Louis Vuitton

A exclusividade e a personalização do produto são certamente conceitos fortemente explorados em tempos de crise e de disputa pelo mercado.
Talvez por isso Louis Vuitton criou o sistema "Mon Monogram", onde voce pode personalizar seu modelo Vuitton preferido, inserindo a sua propria inicial e 2 listras bicolor.
A Maison desde o periodo oitocento possibilitava a personalização de seus artigos de viagem como: baús, malas, beauty case, chapeleiras. O trabalho era feito a mão com a pintura das iniciais e 2 listras coloridas na cor da familia ou do titulo nobre.
Hoje o retorno a tradição busca ganhar vantagem na guerra pelos mercados, na valorização do luxo apostando principalmente na exclusividade!
O trabalho continua sendo manual com a pintura em acrilico das iniciais e duas listras coloridas. Depois de escolher as cores o pedido é enviado para Asnières, histórico workshop Louis Vuitton a 10km de Paris, onde o produto é realizado e entregue em torno de 1 mês.
A principio o serviço de modding é disponivel em apenas alguns produtos e nas lojas de Milano e Roma.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

I LVOE LV

Tem louco pra tudo...e tem gente que é "louca" pela marca Louis Vuitton! O blog I LVOE LV é totalmente dedicado a contar tudo sobre mundo LV (particularmente lendo o blog achei que pertencia à outro planeta!). Celebrities usando os últimos modelos, como cuidar de seu modelo favorito, como comprar uma bolsa por primeira vez, como saber se um bolso é falso, como pronunciar o nome das bolsas, e (flipem!!!) como são chamadas as bolsas em Chinês (?¿¿?¿). Enfim, tudo o que você quiser saber sobre Louis Vuitton tá aqui!
imagem:I LVOE LV

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Goyard Trunk Assouline

Artigo de luxo para a nossa estante! Goyard Trunk criada pela editorial Assouline, é uma "box" feita em couro, à mão pela marca Goyard, que contém 100 memórias fotográficas de moda, arte, design e arquitetura.

Como já vocês sabem, Goyard foi a primeira marca de baús de viagem francesa. Sua fundação está datada uns anos antes que Louis vuitton. Nos 100 trunks numerados encontramos foto-biografias de Lanvin, Chanel, Sergio Rossi, Lâncome, JC De Castelbajac, YSL , Le Corbusier ou Bauhaus.

O problema é que esse capricho vale 20.000 dólares, e com certeza será objeto de desejo para os amantes da moda, a arte e o design.
Quer comprar, ou como eu, saber mais? Click aqui

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Louis Vuitton x Stephen Sprouse Collection Parte 2!

Divertida, colorida, audaz… Estes são os adjetivos para descrever a nova coleção de Marc Jacobs, diretor criativo de Louis Vuitton, para homenagear o artista e grafiteiro Stephen Sprouse.

Em 2001, Louis Vuitton e Stephen Sprouse colaboraram na famosa linha de bolsas graffiti, chegando em converter-se em um hit. Sprouse, cujos graffitis e linha de roupa Day-Glo definiu parte da estética de princípios dos 80, morreu em 2004. E foi desde então que Jacobs lhe rende tributo e demonstra sua grande admiração pelo artista.

Esta vez, criou uma coleção limitada e exclusiva de acessórios e prêt à porter com alguns dos elementos gráficos mais conhecidos de Sprouse. Peças divertidas que reunem a elegância de Jacobs com os toques descontracturados de Stephen em completa harmonia.

O resultado é uma linha composta por roupas e bolsas em cores neon como o lima, laranja, rosa e verde… seguindo a estética graffiti do artista, sua conhecida rosa e o clássico logo de Louis Vuitton ao estilo Sprouse.

A morte chega a Sprouse quando sua trajetória profissional é mais rentável que nunca: aos 50 anos, em março de 2004, por um ataque do coração conseqüência de um câncer, três anos depois que seu grande reconhecimento internacional após colaborar com Marc Jacobs.


A coleção e um livro especial sobre o artista serão lançados no próximo dia 9 de janeiro.Se você quer ver mais imagens de Jacobs pelado click aqui, para ver mais peças da coleção click aqui!
via

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Deluxe: o luxo morreu!?!?

Um livro que anda dando o que falar por aqui é “Deluxe” (Editora DeAgostini, 383 paginas), de Dana Thomas.
A jornalista explica como se construíram os gigantes da moda. Através de um percurso no tempo que vai do antigo Egito até a China de hoje, passando por Louis Vitton, Hermès, Armani, Saint Laurent, Prada, Chanel & Co. e outras grandes marcas, e ela sustenta a teoria de que hoje o luxo é morto. Segundo Dana, o grande império do luxo esconde duas duras verdades. A primeira é que se transformou em democrata e a segunda é que no diálogo entre eles existe uma dissonância.
Deluxe é resultado de uma investigação do fashion system feita pela jornalista, o início do livro fala sobre a indústria do luxo que hoje faz girar cerca de 157 milhões de dólares, como um mercado que aprendeu a transformar seus produtos mais acessíveis com materiais de qualidade inferior e portando a produção para países em desenvolvimento.
Dana Thomas trata o argumento de modo interessante dentro do atual contexto de crise econômica e recessão. Pois, como disse Coco Chanel, “o luxo é uma necessidade que nasce onde termina a necessidade e não se ostenta na riqueza e nos ornamentos, mas na ausência de vulgaridade.”

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Chanel 20% mais cara.

Chanel acaba de anunciar que a partir de 1º de Novembro aumentará 20% os preços de suas bolsas de mão mais clássicas, a Classic Caviar. Quem fala de crises no setor do luxo? Talvez a solução para estas marcas é fazer com que seu produto seja mais e mais inacessível, e portanto desejado!Via

terça-feira, 21 de outubro de 2008

San Francisco com Coppola

Conhecemos Marrakesch com Sofia e Louis Vuitton, agora é a vez de São Francisco com seu pai, Francis Ford Coppola. Click aqui e viaje...

domingo, 19 de outubro de 2008

Made to order contra a crise!

Estamos em tempos de crise e parece lógico pensar que as marcas de luxo serão as mais afetadas, já que a perda do poder de compra faz com que o consumidor seja mais seletivo com suas compras, e compre itens de menor custo. Mas a realidade está longe de ser teoria.

De acordo com o Luxury Institute, em Nova York,uma instituição criada para analisar consumo mundial, as grandes marcas não temem a crise, mas preparam novas estratégias. O instituto afirma que um milionário pode perder 10% de sua fortuna sem ter que deixar de tomar sua taça de Cuvée Belle Epoque(a caixa de doze garrafas de champanhe custa € 50.000).

Mas não nos enganemos, para os ricos muito ricos, não existe crise ou desaceleração. Neste tipo de consumidor não afeta os problemas econômicos globais e as marcas de luxo que sabem, por que razão têm reagido à crise, através do lançamento de modelos mais exclusivos e mais caros do que nunca.

O primeiro que fez Prada para enfrentar a crise, como outras marcas, como a Loewe, foi o lançamento de uma linha de acessórios (bolsas e cintos)“made to order”. Peças artesanais feitas de pele python que só podem ser encomendadas nas respectivas boutiques.

Se marcas de gama média são as mais vulneráveis a serem afetadas. As empresas que vendem bolsas com valor acima de 20.000$ estão seguras.

Outra opção é o aumento dos lucros investindo nos mercados emergentes,como Brasil, Rússia e alguns asiáticos, onde os seus milionários são capazes de gastar € 125.000 em uma bolsa de diamantes produzidos em pele de crocodilo. É, a crise depende da sua carteira...
via

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Petit Taille Collection, Dior Homme for Women

Uma verdadeira paradoxa . Durante uma semana, Dior homme lançará sua coleção masculina para mulher, já que eclebrities como Kate Moss, Madonna ou Carla Bruni são fãs das peças Dior Homme , a marca quer atender a estas e outras mulheres mais .


Para isso, lançam "Petit Taille Collection", sua coleção para este outono-inverno mas com modelagem e corte pensado para a figura feminina. O único problema é que esta primeira coleção somente estará a venda na loja Dior do bairro de Omotesando em Tokyo. A coleção estará disponível de 25 de outubro a 3 de novembro. Se funciona, quem sabe, Dior Homme terminará lançando uma coleção feminina.

Roland Mouret e suas verdades

O estilista inglês Roland Mouret é conhecido por questionar as "normas" no mundo da moda. Em uma entrevista ao Wall Street Journal, o designer oferece os argumentos sobre como o mundo do luxo deve evoluir se quer sobreviver.
Abaixo alguns trechos e click aqui para ler o artigo completo e aqui para ver o vídeo de como fez a roupa de jornal da capa.

-É irônico que uma indústria que muita gente acha que é vanguardista se esteja transformando em um dinossauro. Ao tempo que nossa cultura muda, também o deve fazer a moda. Haverá um momento em que os desfiles como os conhecemos não existam mais. Esse tempo chegará em breve. As revistas e os jornais já não querão gastar seu tempo e seu dinheiro para enviar a todos esses jornalistas a Nova York, Paris, Londres e Milão. Realizar um desfile custa milhares de dólares. Não acho que o retorno o justifique.

-O luxo é uma cultura, uma forma de vida. Temos que aceitar que não podemos vestir a todos. Por quê alguns estilistas tratam de criar inumeráveis categorias para encaixar em cada tipo de consumidor? Alguns têm pelo menos seis coleções. Isso é uma loucura. Termina em uma desilusão para a mesma gente que tentam vestir. Os designers caros têm má reputação por serem elitistas. Estou de acordo com isso. Criamos produtos que a gente terá para sempre. Temos que deixar de preocupar-nos pela imagem e como somos percebidos pelo mundo, e começar a preocupar-nos pelo que produzimos.
E ai, concorda? Discorda? Leia toda a reportagem e me conta!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

...viagens que se transformam em lendas.

O Lico já falou aqui sobre o novo garoto propaganda de Louis Vuitton, Sean Connery e finalmente podemos ver a primeira imagem de sua participação em Louis Vuitton Journey. A campanha não estará somente em revistas de moda, no final deste mês poderemo ver todas as fotos no The Financial Times, Le Figaro, The New Yorker, etc...
Antoine Arnault confessou que adoraria estar como Connery quando tenha seus 78 anos já que acha acha que o ator está mais sexy que nunca. A seção fotográfica aconteceu perto de sua casa em Bahamas e seu acessório Louis vuitton é uma Keepall Bag (a prova d`agua). A imagem foi realizada por Annie Leibovitz e o texto que a acompanha: "Há viagens que se transformam em lendas. Ilhas Bahamas. 10:07"

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

As viagens de LV com a família Coppola

A gente já falou aqui, da campanha Louis Vuitton com a família Coppola. Agora, no website da marca podemos ver a viagem de Sofía Coppola por Marrakesch. suas vivências, a essência marroquina, suas entrevistas com personalidades da zona e suas instantâneas. Vale a pena dar uma olhadinha.
No início de setembro, chegará a viagem de seu pai, de Francis ford Coppola, que nos mostrará a cidade de São Francisco...
Enquanto isso... Louis Vuitton segue ganhando processos, o último foi o disputado com Sony em relação à aparição de sua imagem em alguns videoclipes. LV não quer que se usem seus produtos em videoclipes sem sua expressa autorização. Bafão!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Laptop Bag per fashionistas

Para aquelas que estão cansadas das tradicionais bolsas pretas no formato pasta executivo para transportar seu laptop?
Para terminar com toda essa angustia foi lançada no mercado essa bolsa (como diria a Angelica: que é um L-U-X-O, minha gente!!!)
A parte externa é feita em couro branco, dentro é coberta por cetim rosa-fucsia e a alça feita em seda-taffettà agua-marinha. A forma foi desenvolvida para satisfazer os desejos de um verdadeiro shopping-addicted que não deseja desfigurar o look nem mesmo com seu próprio note-book.
Esse mimo custa £197.50 no site da Violet May - Londres.

domingo, 13 de julho de 2008

The towering World of Jimmy Choo

A editorial Bloomsbury anunciou que em 2009 lançará uma de suas publicações estrela da próxima temporada. O título deste novo livro é “The towering World of Jimmy Choo: A glamurous story of power, profits and pursuit of the perfect shoe”.

Lauren Goldstein Crowe, redatora de moda e Sagra Maceira de rosen, responsible do departamento de Luxury & Retail da companhia Reig Capital Group, uniram suas forças para criar um livro que nascerá com o objetivo de converter-se não só em um best seller, mas em um referente no mundo da moda. Seu objetivo é mostrar o mundo da moda desde suas duas facetas principais: o glamour e o negócio, analisando estes dois aspectos com vigor e rigor.

O livro contará a história de Tamara Yeardye (agora conhecida como Tamara Mellon) que passou de ser a editora de acessórios na edição britânica de Vogue à proprietária de um dos impérios da moda avaliado em mais de 400 milhões de Euros, convertendo a Jimmy Choo, um artesão de sapatos, em todo um ícone do século XXI.

Hoje em dia, Jimmy Choo concorre com marcas como Christian Louboutin ou Manolo Blahnik criando o triumbirato do luxo no calçado, o curioso é que Jimmy Choo já não tem nada a ver com a empresa e a marca, que com menos de 10 anos, é todo um referente de sucesso. Você conhece alguma empresa com menos de 10 anos com maior sucesso que Jimmy Choo, Impossível.

Seus segredos se desvelarão neste livro que não sairá à venda até março do próximo ano. Desde a contratação de Robert Bensoussan como CEO até a perspicácia de Tamara na arte das relações públicas ou seu curioso acordo com Sex and The City. O livro promete não só boas idéias mas também um drama carregado de intriga.

O livro desvelará o que se esconde atrás das cortinas do mundo da moda, desde o fervor de seus executivos, até os gurus ou os brand managers… Eu quero!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Verdadeiro ou falso

Muito interessante este artigo que transcrevo abaixo da SOPHIE HARDACH (Reuters) sobre o luxo made in China. Realmente este mercado está mudando... Deêm uma lida e me deixem pitacos.

A alguns anos atrás, quando na China abriram as primeiras butiques de Armani, um furioso cliente entrou à uma das lojas com duas camisetas na mão. O homem queria saber por que uma delas, a que tinha comprado nessa loja, tinha uma etiqueta que dizia "made in China", enquanto que a outra mais barata era "made in Itália"...A segunda camiseta era, certamente, falsa. Assim como também a afirmação de "made in Itália" pois as camisetas Armani já não se produzem ali.

Nestes dias, muitos fashionistas se confundem sobre o que é verdadeiro, o que é imitação e se o país de origem de um produto diz algo sobre sua qualidade.

Inclusive uma etiqueta que diga "made in Itália" já não garante que uma carteira ou um par de sapatos tenham sido elaborados à mão em uma oficina da Toscana.A carteira poderia haver sido confeccionada por trabalhadores ilegais em fábricas clandestinas italianas, e os sapatos com formas de plástico e couro enviados desde a China. E, no entanto, as fabricas asiáticas seguem sendo um tabu no setor de luxo onde a imagem o é tudo.

Frente a inquietação dos compradores pela qualidade dos produtos, standards ambientais e as condições trabalhistas na Ásia, muitos fabricantes europeus de artigos de luxo juram que suas fabricas sempre permanecerão perto de seus lugares de origem.
"Em última instância, estamos falando de percepção. Não há motivo pelo que não se possam fazer coisas boas em qualquer parte do mundo, na medida em que tenham os artesãos e se respeite a qualidade", disse John Hooks, subdiretor geral de Giorgio Armani. Os menores custos em mão-de-obra permitem aos designers gastar mais em tecidos caros e técnicas elaboradas que quando fabricados na Europa, disse Hooks, e portanto o produto final na verdade pode ser mais sofisticado que o que foi elaborado em um país de salários elevados.

"Se estamos obsecados com a etiqueta "made in Italy", "Made in France", o lado negativo é que tudo se reduz ao essencial", afirmou Hooks. "Se chega em um ponto no qual este respeito incondicional pelo 'Made in Italy' não pode se sustentar a menos que o produto se volte extremamente caro", acrescentou. Lembra do "bafão made in Italy"

Com seu rico patrimônio cultural e uma história de destreza produtiva e tecidos bordados, a China, a Índia e outros países asiáticos em teoria deveriam estar bem localizados como produtores de peças e acessórios de luxo.O Japão, por exemplo, já eclipsa à Europa como especialista de certos acessórios e tecidos, especialmente jeans.

O fabricante de óculos Luxottica, que cria os óculos de sol de Prada e de Chanel, tem um estabelecimento no Japão que produz exclusivas lentes com borda de ouro para seletivo mercado local.

Muitos consumidores, no entanto, prefeririam não descobrir o "Made in China" em um vestido de 1.000 dólares. Os expertos da indústria dizem que a preocupação pela origem varia muito entre países. Os compradores norte-americanos, por exemplo, são mais tolerantes com o lugar onde foi feita sua roupa.Não esqueça de que quanto mais caro é o produto, mais seletivo será o comprador.