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Mas quando se trata de vender, parece que ultimamente conta mais o renome de alguém famoso, que os estudos de moda e design. Joanna Mastroianni, uma estilista nova-iorquina que há vestido a gente como Eva Longoria ou Beyoncé, fala sobre sua preocupação pela crescente atenção e recursos que se destinam aos rostos famosos. “Estes famosos não são estilistas, são marcas que estão sendo criadas para vender produtos”, afirma.
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Quando Natalie Portman falou de sua linha de sapatos para um progama de televisão, reconheceu que ela só tinha levado fotografias de sapatos antigos que lhe gostavam, uns estilistas mostraram os esboços e croquis que tinham criado a partir daí, e ela dava alguma indicação sobre se gostava assim, ou não. É um processo diferente ao que nos fazem crer, dizendo que um famoso desenhou algo.
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Lançar uma marca é uma aposta muito cara inclusive para estilistas veteranos no mercado, e a angustiante economia dos últimos anos, não ajuda. Esta situação econômica também será um exame para ver se as marcas de famosos-estilistas sobrevivem. A pergunta é: Como atuarão os consumidores, com menos dinheiro disponível, estarão dispostos a consumir em roupa frívola e acima de seu preço?
No final, os varejistas seguirão a demanda de consumo. Os grandes armazéns Macy's deixaram de vender a roupa desenhada por Nicky Hilton, pelo baixo nível de vendas. Inclusive a experta em moda Victoria Beckham viu perigar sua linha de jeans, que quase retiram de importantes lojas; enquanto que a linha do rapper 50 Cent fechou seus escritórios no começo de ano.
Ninguém sabe quanto durará esta tendência, mas todos estão de acordo em queexiste uma coisa em comum: todos têm direito a fazer o máximo pelos seus interesses. Assim é o espírito americano... Saiba mais na web da ABC.